DIVULGAR DESAPARECIDOS-UMA LUTA DE TODOS NÓS!

Mais de 200 mil pessoas desaparecem no Brasil por ano,segundo pesquisa realizada pela ONG Movimento Nacional de Direitos Humanos e Ministério da Justiça(dados de setembro/2009).Deste total,crianças e adolescentes representam 5%.Os motivos do desaparecimento podem ser variados:tráfico de seres humanos,rapto de crianças para adoção ilegal,prostituição e exploração sexual infanto-juvenil.Para a polícia,porém,as causas apontadas acima são minoria.Muitos se perdem ou fogem de casa por causa da violência ou alguma deficiência mental.Ajude a diminuir a dor dessas famílias,divulgando fotos de desaparecidos.Uma luta de todos nós!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Em um ano, 839 desaparecidos




Oficialmente, 839 pessoas desaparecem entre janeiro e o início de dezembro último, nos oito municípios que compõem a Delegacia Secional de Mogi das Cruzes. Somente na Cidade, foram 293 casos registros. O órgão tem o levantamento das pessoas procuradas, mas não possui o número das que foram encontradas neste intervalo de tempo.

Em 2011, foram contabilizadas 839 ocorrências durante o ano, sendo 328 em Mogi, 35 casos a menos do que o registrado ano passado. O levantamento ainda será realizado. Não há uma explicação para a queda no número de desaparecidos, segundo o delegado responsável pela seccional de Mogi, Júlio Vaz Ferreira Neto.

A autoridade destacou que os estudos são feitos trimestralmente e nos últimos três meses do ano são observadas quedas no número de boletins de ocorrência nestes moldes.

Um dos motivos é a paralisação das atividades escolares, no entanto, o principal argumento deve-se às comemorações de fim de ano. “Nesta época as pessoas ficam mais sensíveis, costumam ter menos atritos em casa, brigar menos, ter menos desentendimentos e permanecer mais unidas. Por isso, observamos que os índices diminuem nesta fase, mas depois voltam a crescer nos meses seguintes”, disse o delegado secional. “A Polícia registra o desaparecimento, mas geralmente quem registra a perda não avisa que a pessoa voltou. Por isso, não temos o controle de quantas pessoas estão realmente fora de seus núcleos familiares”, revelou Ferreira Neto.

De acordo com ele, não existe um padrão de tempo específico para procurar as autoridades competentes. “Quando o responsável sentir a ausência do ente deve buscar ajuda e registrar o boletim de ocorrência. Geralmente o procedimento é padrão, fazemos algumas perguntas e analisamos as situações, tentamos questionar quantas horas o individuo está fora de casa, como é a relação com a família, o perfil da pessoa”, completou. (Débora Barros)

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